MICROCHIP – A SUA IMPORTÂNCIA PARA ANIMAIS E SOCIEDADE

O microchip é um método de identificação seguro, inviolável e permanente que garante
a identificação do animal.


 Em vários Países é obrigatório o uso deste método para identificar todos os animais de
estimação/companhia. É uma tendência natural que só traz benefícios ao segmento e a população em geral.
VANTAGENS
Por ser permanente e de difícil remoção, o microchip supera em segurança a plaqueta de identificação pendurada na coleira de cães e gatos. “Comparando com a tatuagem, é de aplicação mais rápida (demora poucos segundos) e INDOLOR, além do microchip não ser adulterável…”
“Muito útil em casos de roubo, a existência de um código de identidade é uma excelente prova de propriedade do animal…”
O microchip também promove acesso a um banco de dados onde o veterinário responsável por determinado animal de estimação pode atualizar todo seu histórico de saúde, além de permitir localizar rapidamente o proprietário, em caso de perda de animais.



Com as informações contidas no banco de dados, numa emergência, o médico veterinário pode ter acesso imediato ao histórico de saúde do animal, mesmo que o atenda pela primeira vez, agindo com maior eficiência.
Além de dados do responsável e do animal,pode-se registrar,se é castrado,que vacinas tomou etc
Permite se fazer a contagem estatística do número de cães (quando implantado numa cidade)
Não necessita de manutenção
O microchip é obrigatório para a entrada de animais em alguns países.
PERGUNTAS FREQUENTES
O que é transponder (Microchip)? Como ele é? Quais suas características principais?
R: Conhecido popularmente como Microchip, é um micro-circuito eletrônico constituído de um código exclusivo e inalterável, encapsulado em biovidro cirúrgico e, no caso do Microchip Partners, revestido de substância biocompatível antimigratória para uso em animais.
 Qual o tamanho ideal do microchip para uso em cães?
R: O menor deles é do tamanho aproximado de um grão de arroz, medindo 12mm x 2mm. Não há, até o momento, microchip menor de 12x2mm aprovado para uso em animais.
Qual é a durabilidade do microchip?
R: O microchip não possui bateria e fica inativo a maior parte do tempo, sendo energizado apenas quando recebe um sinal enviado pela leitora. Após a aplicação, permanece com o animal por toda sua vida. Fornece seu número exclusivo toda vez que for “scaneado” pela leitora, enviando seu código que é mostrado no visor desta, sendo possível o envio da informação para um computador. Como o microchip não contém bateria, não há nada para se desgastar. Sua durabilidade é o tempo em que o biovidro demora em se decompor, ou seja, mais de 100 anos.
Por que usar somente microchip e leitoras dentro das normas internacionais ISO11784 e ISO11785?
R: Estas normas internacionais foram desenvolvidas para regulamentar o uso de microchip em animais, determinando o tipo, controlando a numeração exclusiva do microchip e para possibilitar que o animal seja identificado em qualquer lugar do mundo através da leitura do microchip por qualquer leitora dentro das normas.
Como é feita a aplicação do microchip no animal?
R: Seu pequeno tamanho e forma permitem que sejam injetados no animal com uma seringa especial parecido aos aplicadores de vacinas, sendo a aplicação indolor. Resumidamente, os passos para implantação são os seguintes: 1. Scaneie o animal para checar se não há nenhum microchip já implantado; 2. Scaneie o microchip para verificar se o número está correto; 3. O microchip deve ser aplicado no dorso entre as escápulas; 4. Use a mão para sentir o local da implantação; 5. Desinfete a pele no local de implantação usando algodão saturado em álcool; 6. Com uma das mãos, levante a pele do animal no local da implantação; 7. Insira a agulha a um anglo de 45°C com o êmbolo da seringa para cima; 8. Rapidamente, empurre até o final o êmbolo da seringa e retire a agulha; 9. Scaneie a área para assegurar que o microchip pode ser lido.
Quem poderá fazer a aplicação do Microchip?
R: A aplicação do microchip deve ser feita exclusivamente por Médico Veterinário devidamente credenciado pelo clube cinófilo correspondente, que poderá a seu critério cadastrar mais profissionais.
A aplicação de microchip fere o animal?
R: Embora a agulha do aplicador de microchip tenha o diâmetro um pouco maior do que uma agulha de aplicador de vacina, os animais reagem da MESMA maneira, sendo o procedimento indolor. O microchip é completamente biocompatível e inofensivo à saúde do animal.
O animal deve ser sedado para receber o microchip?
R: Não! Injetar microchip é um procedimento igual a aplicação de uma injeção comum. Anestesiar o animal não é requerido e não é recomendado.
É possível que o animal seja alérgico ao microchip?
R: O microchip é inerte, liso e biocompativel. Não há virtualmente nenhuma possibilidade de desenvolver processo alérgico ou de rejeição do microchip após corretamente injetado no animal.
O microchip pode mover-se dentro do corpo do animal?
R: Quando implantado corretamente e se utilizado microchip com produto de camada antimigratória, uma pequena camada de tecido conexivo se forma em torno do microchip, impedindo a migração do mesmo.
Qual é a melhor idade para aplicar o microchip em cães?
R: A aplicação pode ser feita já no 10º dia de vida, mas em regra geral é aplicado juntamente com a terceira dose da vacina Múltipla, ou seja, aos 3 meses de idade.
Onde é possível encontrar mais informações sobre a tecnologia?
R: Em vários sites na internet é possível encontrar informações interessantes sobre a tecnologia e seu uso no Brasil e no mundo. Basta entrar em algum site de busca e procurar por “microchip animal”, por exemplo. Também é possível sanar dúvidas, tanto em relação à tecnologia como da obrigatoriedade em cães no Brasil visitando o site da FECESP  ou da Partners , onde inclusive há vários arquivos para downloads. A FECESP e a PARTNERS agradecem a colaboração de todos os envolvidos no segmento.
BANCO DE DADOS UNIFICADO
Uma vez que o veterinário coloca o microchip no animal, ele deve cadastrar o proprietário em um banco de dados, onde devem constar várias informações sobre o dono e o mascote, como nome, endereço e telefones para contato. O problema é que esse banco de dados não é unificado em todo o Brasil e cada empresa que vende o aparelho tem o seu cadastro próprio.
No Brasil, por exemplo, temos duas grandes redes de banco de dados. “O dono precisa, então, se cadastrar nas duas para facilitar a localização do animal”, orienta a veterinária Valéria Pires. Uma vez cadastrado, o animal “chipado” pode ser identificado em qualquer lugar do mundo onde existir uma leitora. “Pelo menos a leitura segue um padrão internacional”, complementa.

Texto adaptado.Fontes:
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